terça-feira, 30 de agosto de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011


LIMA LIMÃO

Às vezes dói.
Outras, cura.
Acidez à espreita,
do nó à doçura.
PRA VOCÊ:


Pára de querer se aparecê.
Se nao for bom, ninguem vai vê.
Vai na miuda, quietin,
que é o povo quem vai dizê.
Ei!
Alguém viu 
Aquífero Guarani 
por aí??


Ave!
Cerrado Campão
no agosto
trinca, arde, estrala.
DIVERSA CULTURA
P.V.A, papéis reutilizados, espelhos e erva mate sobre tela
 100x70cm - Bonito, 2010

GIRA.HARMONIA
P.V.A, papéis reutilizados, espelhos e feltro sobre tela
50x70cm, Bonito - 2010

domingo, 21 de agosto de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Responde Onde



Como é será que as coisas se encontram,
se tocam, se transformam?
Será da natureza, da química
ou da quântica física?

Qual a chave do contato que flui?
Qual o instante-momento,
quanto tempo ficou guardado?

O que há de segredo no silêncio
e no olho que fita?
Que tange o cetim, retalha a seda..

Feltro, festim??
O 'quem sabe'. 
O Sim...

Curioso:
Tem coisa que mais pergunta
do que responde onde.

E abre uma gruta dentro da gente (!)
Que cai um grãozinho de tempo no fundo.
D'onde flore o encanto, gira o mundo.
:)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Caminho de volta

Hai.cai da fita 

A flor e o palhaço.
Verde aroma, contato.
De cetim, o laço.



Serra abaixo

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

ASSENTA O ACENTO

Pára de querê vê
o outro caí, só pra se envaidecê.
Quem invade, desce;
e não sabe explicá o porquê.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

De.gusta

Friozin, conhaque
cheiro doce, vontade.
Café e chocolate.                                                                                                                                                                                                                                    (Bis)
FINGE FOGE 


Aqui plantou.
Não aguou, pereceu.
Sorrateiro saiu.
E se equeceu!
de me deixar o vaso
e levar o rato,
que é seu.
Traje inverso.

se foge, deve.
Com medo da pergunta,
a carapuça veste.
Só.brow

A culpa? 
Do outro.
E se perdeu no fundo
do seu umbigo de ouro.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Estiolado

(Bto, jan. 2011)

Nem tudo é o que parece.
Nem tudo parece quando foi.
De tão gradativo o consumo,
a coisa se esvai por completo.
E você nem percebeu.


Distraiu-se por aí.
Com coisas, lugares, fetiches.
E se esqueceu de olhar o espelho.
Arrumar a cama.
Fazer o chá.


Chamar o socorro
não poderia mais.
Não haveria quem lhe escutasse.
Não ouviria se outro alguém lhe gritasse.


Estava só - concluiu.
com dores impalpáveis
que erva alguma arrancaria.
Só o tempo e sua própria maturação.


Putrefaria? - questionou-se.
(O que separa o broto 
da decomposição?
Como expandir a mente
Sem explodir o crânio?)


Sobre uma pedra
fechou os olhos e silenciou.
Sem saber se estavas prestes a dormir
ou perecer.